<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1" ?><rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>Leya Brasil</title><link>http://www.leya.com.br</link><language>pt</language><item><title>A estadunidense Kelly Link tem livro distribuído pela primeria vez no Brasil </title><link></link><description><![CDATA[<P style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: &#39;Times New Roman&#39;,&#39;serif&#39;; FONT-SIZE: 12pt">Aprendizes de bruxos que adentram misteriosas estações de trem; antiquados guarda-roupas que abrigam mundos inteiros com rainhas, bruxas e leões falantes; ou até um bio-exorcista que, ao ter seu nome repetido três vezes, pode ajudar os recém-falecidos a expulsar os novos, e vivos, moradores de suas residências. Todas essas histórias, já conhecidas do grande público, somadas a muitas outras, contemplam o universo da tradicional vertente denominada ficção fantástica, em que os autores unem, sem qualquer discriminação, lugares e pessoas reais ao universo das fábulas e lendas.<BR><BR>O fascínio exercido pelos fãs desse estilo é evidente não só no mercado literário, como em todas as áreas que englobam o milionário nicho do entretenimento. O estilo já consagrou diversos nomes, como o do cineasta norte-americano Tim Burton (Edward mãos de tesoura); do irlandês C.S. Lewis (As crônicas de Narnia); de Lewis Carroll, autor do clássico Alice no país das maravilhas, considerado como um dos precursores desse time; e da escritora britânica J.K. Rowling, autora da franquia Harry Potter, que já vendeu mais de 490 milhões de livros, e que, além de ter sido adaptada para o cinema, tornou-se, recentemente, um parque temático, localizado no estado da Flórida, nos Estados Unidos.<BR><BR>Relativamente nova no mercado, a estadunidense Kelly Link, chega para se fixar e encorpar o grupo de autores dedicados a este filão. Ela já soma três trabalhos publicados em seu país, e agora, pela primeira vez, terá uma edição distribuída no Brasil, em português. O estranho mundo de Zofia e outras histórias, lançado este mês pela editora LeYa e traduzido por Cassius Medauar, reúne, em 254 páginas, nove contos da autora, e já recebeu importantes prêmios da categoria, como o Young Lions Fiction Award (Prêmio de Ficção dos Jovens Leões), concedido pela biblioteca pública de Nova York e o Bram Stoker, da Horror Writer%u2019s Association (Associação dos Escritores de Terror). A publicação também foi finalista do World Fantasy Award (Prêmio Mundial de Fantasia) e foi escolhida como o livro da década, pela revista Time.<BR><BR>O leitor que decidir conhecer o mundo de Kelly vai se deparar com histórias curiosas, como a de Animais de pedra, que relata a vida de uma família que, ao se mudar para o subúrbio, vê sumir misteriosamente vários de seus pertences, enquanto um bando de coelhos passa a frequentar seu quintal; Magia para iniciantes, que narra as aventuras de um grupo de adolescentes cujas ações provocam eventos diretos em uma série televisiva; ou a história que dá nome a obra, A bolsa mágica, onde o tal acessório, que pertence à Zofia do título, abriga um vilarejo inteiro, e que, segundo ela, tem 200 anos de existência.<BR><BR>Em entrevista ao Authors@Google, exibido pela empresa norte-americana no site YouTube, Kelly diz ter influências pouco convencionais. Segundo ela, os filmes ruins e as más produções são o combustível que precisa para escrever. "Quando vejo um desses longas péssimos, fico todo tempo, enquanto assisto, me perguntando porque o autor não fez isso ou aquilo de outra maneira. São essas perguntas que faço à mim mesma que acabam sendo respondidas nas minhas obras", explica. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P>]]></description><dc:subject>A estadunidense Kelly Link tem livro distribuído pela primeria vez no Brasil </dc:subject><dc:creator></dc:creator><dc:date>2010-08-23</dc:date></item></channel></rss>